CUT / Paraná

                                                                                                                Direção Nacional Convoca 6ª Plenária da Confetam/CUT (Confederação Cutista dos Servidores Municipais do Brasil)
O evento acontecerá em Abril de 2011
A plenária será realizada nos dias 28, 29 e 30 de abril de 2011 com o tema central “Serviço público de qualidade e a equidade de gênero e remuneração”. Acontecerá em Brasília sem local definido e será coordenada pela a executiva nacional da Confetam/CUT. “Antecederão, plenárias, seminários que dabaterão os seguintes temas: Saúde, Educação, e Serviço Público de Qualidade e haverá um Ato em defesa das vítimas em acidentes de trabalho
Participarão da Plenária 250 pessoas, incluindo delegados/as eleitos pelas Federações de Trabalhadores do Serviço Público, orgânicas ou filiadas a CUT e delegados natos/as que correspondem a membros da Direção Nacional e Conselho Fiscal da Confetam/CUT. Todas as entidades terão que estar em dia com a Tesouraria Nacional da CUT, com base no relatório que será divulgado no dia 24 de fevereiro de 2011.

11/01/11
CUT na batalha pelos R$ 580,00

CUT na batalha pelos R$ 580,00

A CUT está empenhada em retomar o debate sobre a política de valorização do salário mínimo e construir uma agenda que garanta a sua efetivação. O fato é que como está, nos R$ 540,00, não dá para ficar”

 

“O aumento real do salário mínimo é prerrogativa, condição e princípio para o combate à miséria, elencado como prioridade pelo novo governo. A CUT está empenhada em retomar o debate sobre a política de valorização do salário mínimo e construir uma agenda que garanta a sua efetivação. O fato é que como está, nos R$ 540,00, não dá para ficar”.

A afirmação é do secretário geral da Central Única dos Trabalhadores, o metalúrgico gaúcho Quintino Severo, para quem “a unidade e a mobilização da classe trabalhadora voltará a ter papel fundamental neste início de ano para garantir os avanços que dizem respeito a um projeto de desenvolvimento nacional, a um projeto de país”. A luta pelo salário mínimo de R$ 580,00, defendido pelas centrais, destaca, “desde sempre encarna uma concepção de crescimento com ênfase na distribuição de renda, na ampliação do mercado interno, comprovadamente um elemento chave para a justiça social e o combate às desigualdades”.

Como o problema do aumento real do mínimo ainda não foi resolvido, adverte, “vamos iniciar o ano com mobilização”. “Realizamos inúmeras marchas a Brasília nos finais de ano. Em 2011 nossa militância tem de estar preparada para começar o ano já colocando pressão. Por isso estamos ampliando as conversas, além das centrais, para os movimentos sociais, pois há muito em jogo nesta batalha”.

O secretário geral da CUT acredita que as primeiras conversas com os ministros acontecerão já nesta semana. “Não queremos que um assunto desta importância fique à mercê da chantagem de setores do Congresso Nacional, O acertado na mesa de negociação com o governo federal deve ser respeitado e aprovado pelo Congresso”.

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